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PETROLEO
Petróleo bate máxima em quase 2 anos após ataque militar dos EUA e Israel ao Irã
O preço do petróleo disparou nesta segunda-feira (2) para os maiores patamares em quase dois anos, impulsionado pelo ataque militar conjunto de Estados Unidos e Israel contra o Irã, ocorrido no último sábado. O barril do Brent chegou a operar próximo das maiores cotações desde meados de 2024, com mercados reagindo ao risco de interrupção no fornecimento a partir de uma das regiões mais produtoras do mundo. O conflito colocou em alerta o estreito de Ormuz, por onde passa parte significativa do petróleo exportado globalmente. Analistas apontam que o ambiente de incertezas pode sustentar os preços elevados por semanas, enquanto avaliações do mercado internacional sugerem que esta pode ser uma das maiores crises no setor em anos. No Brasil, a alta do petróleo beneficiou diretamente as ações da Petrobras na Bolsa e melhorou o panorama fiscal, dada a participação do governo federal na estatal. O Secretário do Tesouro Nacional afirmou que o Brasil está 'bem-posicionado' diante do cenário, podendo ser 'ganhador' com a alta das commodities energéticas.
Ver notícia completaACORDA
Manifestação 'Acorda Brasil' leva 20 mil à Paulista e 4,7 mil a Copacabana em 17 cidades
A manifestação 'Acorda Brasil', convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), mobilizou apoiadores da direita em ao menos 17 cidades brasileiras neste domingo (1º/3). Na Avenida Paulista, em São Paulo, estimativas apontaram cerca de 20 mil presentes no horário de pico. O ato reuniu líderes políticos como os governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO), além de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As pautas centrais foram o pedido de impeachment do presidente Lula e de ministros do STF, além de críticas ao que os manifestantes chamam de 'intocáveis'. Em Copacabana (RJ), cerca de 4,7 mil pessoas participaram do ato. Um boneco gigante representando 'Lula presidiário' atraiu filas para fotos. A manifestação marca o aquecimento do cenário eleitoral com vistas às eleições de outubro de 2026.
Ver notícia completaKHAMENEI
Líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morto em ataque conjunto de EUA e Israel neste sábado (28)
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto na madrugada de sábado (28) em um ataque aéreo conjunto promovido pelos Estados Unidos e Israel. O presidente americano Donald Trump confirmou a morte nas redes sociais, enquanto o regime iraniano inicialmente negou a informação. A ação representou uma escalada sem precedentes no conflito entre as potências ocidentais e o Irã. Os bombardeios foram justificados como resposta ao programa nuclear iraniano e às ações de grupos apoiados pelo Irã na região. O ataque provocou explosões em diversas cidades iranianas e gerou comoção internacional. Países de todo o mundo emitiram declarações sobre o episódio e o Conselho de Segurança da ONU foi convocado para reunião emergencial. A morte de Khamenei, que liderava o Irã desde 1989, abre um vácuo de poder no regime teocrático. Ao mesmo tempo, o Irã lançou ataques de retaliação contra aliados dos EUA na região, incluindo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, intensificando ainda mais a crise geopolítica no Oriente Médio.
Ver notícia completaENCHENTE
Enchentes e deslizamentos matam 64 pessoas na Zona da Mata de Minas Gerais
Fortes chuvas, deslizamentos e enchentes atingiram a Zona da Mata mineira, deixando 64 mortos e pelo menos 15 desaparecidos. Os municípios de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa foram os mais afetados pelo desastre, que mobilizou equipes de bombeiros e defesa civil. O presidente Lula anunciou que iria sobrevoar as áreas afetadas neste sábado (28) e se reunir com prefeitos dos municípios atingidos. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, acompanha Lula na visita às regiões devastadas pelas chuvas. Equipes de resgate trabalham sem parar na busca por sobreviventes nos escombros. Um vídeo emocionante de um cão sendo resgatado vivo em Juiz de Fora viralizou nas redes sociais. O governo federal anunciou medidas emergenciais para auxiliar as vítimas e reconstruir as áreas afetadas.
Ver notícia completaCHUVA
Chuvas torrenciais devastam Juiz de Fora e Ubá (MG) com mais de 59 mortos
Chuvas torrenciais devastaram Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata de Minas Gerais, provocando deslizamentos e enchentes que mataram ao menos 59 pessoas. Ao menos nove crianças estão entre as vítimas de soterramentos, e 15 pessoas ainda permaneciam desaparecidas. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais já havia identificado em 2023 Juiz de Fora como a cidade do interior brasileiro com mais pessoas vivendo em áreas de risco a enchentes e deslizamentos. Trabalhos de busca foram realizados em oito frentes, seis delas em Juiz de Fora. Novos deslizamentos ocorreram na noite de quarta-feira (25), após chuva de 113mm atingir a cidade. Bombeiros fizeram orações durante as buscas pelas crianças soterradas. A tragédia reacendeu o debate sobre a falta de ação preventiva mesmo diante de alertas climáticos preexistentes.
Ver notícia completaBRAZAO
STF condena irmãos Brazão a 76 anos de prisão como mandantes do assassinato de Marielle Franco
O Supremo Tribunal Federal condenou por unanimidade os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão como mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018. A Primeira Turma do STF aplicou pena de 76 anos de prisão a cada um dos irmãos. A decisão encerrou o julgamento dos cinco réus acusados de planejar o crime. Além dos irmãos Brazão, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, foi condenado por obstrução à justiça e corrupção passiva. A condenação foi acompanhada por familiares das vítimas presentes ao STF, em sessão que gerou fortes emoções. A condenação repercutiu na imprensa internacional, que classificou o assassinato de Marielle como o 'crime político mais relevante da década no Brasil'. Familiares das vítimas celebraram o resultado como um 'recado contra a impunidade', enquanto a ministra Anielle Franco, irmã de Marielle, afirmou que a violência política de gênero e raça 'precisa ser aniquilada'.
Ver notícia completaLUVA
Presidente sul-coreano presenteou Lula com luva personalizada de 4 dedos, referência ao dedo mínimo perdido em acidente de trabalho em 1964
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu do presidente sul-coreano Lee Jae-myung uma luva especial confeccionada com apenas quatro espaços para os dedos, em homenagem ao fato de Lula ter perdido o dedo mínimo da mão esquerda em um acidente de trabalho na juventude. O momento em que Lula mostrou a luva à primeira-dama Janja foi filmado e viralizou nas redes sociais, com o presidente visivelmente emocionado pelo gesto personalizado dos anfitriões sul-coreanos durante a cerimônia no Cemitério Nacional de Seul. Lula perdeu o dedo mínimo em 1964, quando trabalhava como torneiro mecânico em uma metalúrgica em São Paulo. O presente foi amplamente visto como símbolo da aproximação entre os dois países e do respeito mútuo entre dois presidentes que compartilham origens humildes como operários.
Ver notícia completaTEMPORAL
Temporal histórico mata ao menos 22 pessoas em Juiz de Fora e Ubá (MG); cidade decreta calamidade pública
Um temporal histórico atingiu Juiz de Fora, em Minas Gerais, na madrugada e manhã desta terça-feira (24), acumulando mais de 584 mm de chuva no mês — o fevereiro mais chuvoso da história da cidade. Ao menos 22 pessoas morreram, incluindo soterrados em deslizamentos de terra, e mais de 440 ficaram desabrigadas. A prefeitura decretou estado de calamidade pública e suspendeu as aulas em toda a rede municipal. O rio Paraibuna transbordou, o Corpo de Bombeiros registrou mais de 20 soteramentos, e moradores de bairros inteiros ficaram isolados. Em Ubá, cidade vizinha, o cenário também foi de destruição, com rios transbordando e caixões levados pela correnteza. A Defesa Civil emitiu alerta extremo para a região e equipes de resgate trabalharam ininterruptamente em busca de sobreviventes. Moradores relataram que não se via uma catástrofe de tamanha proporção há décadas na cidade.
Ver notícia completaINVERNO
Cerimônia de encerramento dos Jogos de Inverno 2026 é realizada na histórica Arena di Verona, na Itália
A cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi realizada na histórica Arena di Verona, uma das mais famosas e antigas arenas do mundo, localizada na cidade de Verona, na Itália. A arena, com mais de 2.000 anos de história — sendo mais antiga que o Coliseu Romano — recebeu atletas de todo o mundo para a celebração final dos Jogos. Durante a cerimônia, a bandeira olímpica foi transmitida aos representantes dos Alpes Franceses, que serão a próxima sede dos Jogos de Inverno em 2030. A delegação brasileira participou com destaque na cerimônia, com Lucas Pinheiro Braathen e Edson Bindilatti servindo como porta-bandeiras do Brasil. Bindilatti, que se despediu das Olimpíadas após seis participações nos Jogos de Inverno, emocionou o público presente no encerramento histórico.
Ver notícia completaMINERAL
Lula assina acordo com Índia para exploração de terras raras e minerais estratégicos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, durante visita de Estado à Índia, um memorando de entendimento para a exploração de terras raras e minerais estratégicos entre os dois países. O acordo foi apresentado pelo governo brasileiro como uma resposta ao unilateralismo e às disputas geopolíticas globais por minerais críticos, essenciais para a produção de baterias e tecnologias verdes. Além das terras raras, o pacote de acordos firmados entre Brasil e Índia abrange cooperação em energias renováveis, saúde, defesa e turismo, totalizando oito novos acordos durante encontro empresarial entre os dois países. O presidente Lula afirmou que quer trazer as cadeias de processamento dos minerais para dentro do território brasileiro, evitando exportar apenas matéria-prima bruta e agregando valor à produção nacional. A meta anunciada pelos presidentes Lula e Modi é dobrar o comércio bilateral entre Brasil e Índia, chegando a US$ 30 bilhões até 2030, ante os US$ 15 bilhões negociados atualmente por ano. Lula também defendeu o fortalecimento do BRICS e do chamado Sul Global como forma de reequilibrar as relações econômicas internacionais diante do protecionismo americano.
Ver notícia completaTARIFA
Suprema Corte dos EUA declara ilegal o tarifaço de Trump, beneficiando o Brasil e causando reação imediata nos mercados globais
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu nesta sexta-feira (20) que o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump é ilegal e viola leis federais americanas. A decisão foi um grande revés para o governo norte-americano e uma das notícias econômicas mais impactantes do ano para o Brasil e o mundo. Em reação à derrota judicial, Trump classificou a decisão como uma 'vergonha' e anunciou imediatamente um novo instrumento legal para impor uma tarifa global de 10% sobre importações, buscando contornar a decisão da Suprema Corte. A medida sinalizou que o debate sobre protecionismo americano está longe de terminar. No Brasil, a notícia repercutiu imediatamente com o dólar caindo para R$ 5,17 e o Ibovespa batendo recorde histórico. O presidente Lula, que se encontrava na Índia, aproveitou o momento para reforçar a posição do BRICS contrária ao tarifaço e defender o uso de moedas locais no comércio entre os países do bloco.
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Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula com enredo pró-governo, é rebaixada para o segundo escalão do carnaval carioca
A escola de samba Acadêmicos de Niterói foi rebaixada para o segundo escalão do carnaval carioca após apresentar enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Sapucaí. A escola recebeu R$ 9,6 milhões e contou com agendas de ministras e da primeira-dama Janja no Palácio do Planalto. O rebaixamento gerou forte repercussão política. O Partido Liberal (PL) acionou o TSE pedindo investigação, alegando propaganda antecipada em ano eleitoral. Especialistas alertaram para possível risco jurídico ao governo. Janja reagiu nas redes sociais repostando versos do samba-enredo, enquanto colunistas apontaram que a situação devolveu o governo à defensiva no ambiente digital. Lula, que estava na Índia durante o episódio, foi criticado por ter se envolvido na polêmica sem necessidade.
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